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A evolução da inovação tecnológica para o período 1982-1992 e as suas determinantes

  • Horácio Crespo Faustino

    (ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade Técnica de Lisboa)

Neste artigo apresentam-se as equações utilizadas por Geroski para estimar as relações entre grau de concorrência (monopólio) e inovação e as suas principais conclusões ao nível da indústria europeias. De acordo com os dados disponíveis e tendo em conta as especificações de Geroski, especificámos e estimámos duas equações da inovação tecnológica utilizando duas proxies para medir a inovação tecnológica. Considerámos ainda os sectores mais intensivos em capital humano - primeiro como factor homogéneo e depois como factor heterogéneo com seis níveis de qualificação - e calculámos a correlação entre o peso das PME e a intensidade em capital humano. Utilizámos, também, duas proxies para medir o peso das PME em cada sector da indústria transformadora. Das principais conclusões destacamos: I) não se confirma a tese das PME inovadoras, embora não haja, também, evidência estatística da influência da concentração industrial sobre a inovação tecnológica quando esta é aproximada pelo peso dos quadros superiores em cada indústria; II) quando se considera o capital humano um factor heterogéneo com vários níveis de qualificação, os resultados apontam para uma correlação negativa entre o peso das PME e a intensidade em capital humano no seu primeiro, e mais importante, nível de qualificação; III) o peso das PME em termos de intensidade em capital humano diminuiu de 1989 para 1992 (período de preparação para o mercado único); IV) em 1985 o aumento do comércio intra-sectorial teve um efeito positivo sobre a inovação tecnológica, mas no modelo estimado para 1989 essa influência deixa de ser estatisticamente significativa.

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Article provided by ISEG, Universidade de Lisboa in its journal Estudos de Gestão.

Volume (Year): III (1996)
Issue (Month): 1 ()
Pages: 27-44

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