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- Adriana Wilner
(FGV EAESP)
Abstract
Tem gente que quer empreender, mas falta uma boa sacada. Ariel Lambrecht, sócio da Yellow Bike, ao contrário, tem tantas ideias que mal consegue dormir. Ainda na faculdade, quando cursava Engenharia Mecatrônica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), criou com o colega Renato Freitas o Ebah, uma rede social para alunos e professores compartilharem materiais de estudo. O negócio ganhou um prêmio de empreendedorismo na Poli e bombou.Depois de se formar, Ariel trabalhou por quatro anos no Google na Irlanda e aproveitou o que aprendeu para montar uma consultoria e ajudar as empresas a melhorar seu posicionamento no site de busca. Foi durante viagens que vieram as ideias para os seus negócios mais conhecidos, a 99 (criada com Renato e Paulo Veras) e a Yellow Bike (com Renato e Eduardo Musa). No primeiro caso, precisava pegar um táxi na Alemanha quando soube que existia um aplicativo para isso. No segundo, viajava para a China para negociar a venda da 99 quando conheceu empresas com um modelo de compartilhamento de bicicletas sem estações físicas.Em seu cérebro, que não desliga, surgem inúmeras formas de expandir a Yellow, que iniciou suas atividades neste ano em São Paulo. Bicicletas elétricas, patinetes na versão sentada... Várias alternativas de mobilidade estão sendo estudadas. Unir ao transporte soluções para pagamentos e alimentação, por que não? Um usuário da Yellow poderia usar a carteira virtual do aplicativo para pagar o metrô. Depois de sair da estação e pegar a bicicleta, pararia no caminho do escritório para pegar uma entrega de comida. “Acho que dá para fazer com que todo esse sistema converse”, diz Ariel.Nesta entrevista à GV-executivo, o empreendedor mostra como, além daquele clique, é preciso muito mais para um negócio vingar, como foco no usuário, conservadorismo na expansão e perseverança para enfrentar as incertezas e os reveses. “Se você está empreendendo só porque viu que a 99 deu muito certo e virou um unicórnio, não vai funcionar”, avisa.
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