Author
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- Simone Tiêssa de Jesus Alves
(Universidade Estadual de Minas Gerais, Faculdade de Políticas Públicas e Gestão de Negócios, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil)
- Geraldo Alemandro Leite Filho
(Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento de Ciências Contábeis, Montes Claros, MG, Brasil)
- Yasmim Terezinha Barbosa Gomes
(Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento de Ciências da Administração, Montes Claros, MG, Brasil)
- Renê Rodrigues Veloso
(Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento de Ciências da Administração, Montes Claros, MG, Brasil)
- Any Karoliny Silva
(Universidade Estadual de Montes Claros, Departamento de Ciências da Computação, Montes Claros, MG, Brasil)
Abstract
O direito à saúde é fundamental à vida, sendo um dos principais direitos humanos. A efetivação desse direito via sistema judiciário é um mecanismo de defesa de cidadãos para garantir que o Estado cumpra seu papel por intermédio de investimentos na estrutura de saúde e da execução de políticas públicas. Buscou-se investigar os fatores que influenciam o volume de processos de judicialização da saúde, elucidando a relação entre vulnerabilidade socioeconômica, estrutura de saúde pública e estrutura de acesso à justiça nas comarcas do estado de Minas Gerais, no período de 2015 a 2017. A pesquisa foi construída com base em dados primários e secundários sobre as variáveis do modelo. Procedeu-se à análise de dados em painéis para validação das hipóteses teóricas e discussão de resultados. Observou-se, conforme apontamentos de estudos empíricos, que a judicialização da saúde tem maior volume de processos em regiões com menor vulnerabilidade econômica, menor estrutura de acesso à justiça e maior investimento em estrutura de saúde, diferentemente do levantamento teórico de suporte das hipóteses do estudo. Esperava-se que o grau de vulnerabilidade socioeconômico fosse determinante no volume de judicialização. Sendo assim, as hipóteses teóricas foram refutadas. Sugere-se a inclusão de outras variáveis referentes à estrutura de saúde pública e de características demográficas da população, como as do cadastro de políticas de assistência social, para nova análise das hipóteses em estudos futuros.
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